Gás de cozinha sofreu novo reajuste no preço

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Governo autorizou o aumento de 13% às distribuidoras, que já repassaram aos comerciantes

Aumento da última semana no valor do gás desta quarta-feira é o sétimo do ano e pode aumentar em média R$ 3,09 o botijão para os consumidores
O gás de cozinha de até 13kg sofreu reajuste de 12,9% em seu valor na última quarta-feira, dia 10, sendo este o sétimo aumento do ano. Segundo a Petrobrás, este reajuste reflete principalmente a variação nas cotações do produto no mercado internacional e, caso o preço seja repassado integralmente aos consumidores, o valor do botijão poderá aumentar em média R$ 3,09. “Nos últimos três reajustes, nós mantivemos o preço, mas agora teremos de aumentar”, falou Willian Leal, proprietário de uma das distribuidoras de gás da cidade, consultado pela Gazeta de Vargem Grande.
O valor do botijão de gás em Vargem continua sendo um dos mais caros da região, custando cerca de R$ 73,00 com o reajuste, conforme levantamento feito pela reportagem. Willian contou que a Petrobrás, que é responsável pela distribuição de gás para todo o Brasil, vende o produto seguindo a demanda e a concorrência da cidade. “Eles podem vender o gás para uma cidade vizinha a R$ 10,00 mais barato que aqui e ainda temos o custo da revenda. Tudo isso aumenta o valor do gás, porque o preço não é tabelado”, informou.

Região
A Gazeta apurou os valores do botijão em algumas cidades da região, como São João da Boa Vista, onde o botijão está custando R$ 68,00, ainda sem o reajuste. Em São José do Rio Pardo, o estabelecimento contatado vende o produto a R$ 60,00 e estima que com o reajuste o preço aumentará cerca de R$ 10,00. Já em São Sebastião da Grama, o estabelecimento introduzirá o reajuste a partir de segunda-feira, dia 16, onde o botijão passará de R$ 61,00 para R$ 65,00. Na cidade de Aguaí, o produto está custando R$ 65,00 e não há estimativas para o preço e a data do reajuste, assim como em Casa Branca, onde o produto está custando R$ 63,00.
Até esta sexta-feira, dia 13, os valores dos botijões nas cidades da região não haviam sofrido reajuste. “Quando o estabelecimento é pequeno, conseguem segurar um pouco mais o preço, porque conseguem ter estoque. Mas como aqui é maior, tive que comprar botijões na quarta e já estavam com o preço novo”, contou Willian.
A Gazeta ainda tentou falar com outras duas empresas da cidade, mas até o fechamento da edição, seus responsáveis não haviam retornado às solicitações da reportagem.

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