Falta conscientização, sobra sujeira

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A lei da limpeza de terrenos, que visa endurecer o combate a terrenos sujos, despejo de entulho e mato alto pela cidade completou um mês em vigor no início de janeiro. De lá para cá, alguns proprietários já foram notificados para que procedam com a limpeza de suas áreas, construam calçadas ou muretas nos terrenos ou simplesmente façam a capina do mato alto.
Desde que passou a valer a nova medida, a Gazeta de Vargem Grande tem questionado a prefeitura a respeito de quantos proprietários já foram notificados. No entanto, apenas nesta semana os dados foram enviados ao jornal.
Mas basta uma volta pela cidade para verificar que nem o poder público tem feito sua parte completamente, nem a população parou de emporcalhar a cidade. Mato alto, entulho despejado em calçadas, lixo acumulado em terrenos é o que mais se vê pelo município.
Já é folclórico o caso do estábulo construído em uma área ao lado do Cemitério Parque das Acácias. Além do cavalo que é criado ali, nesta semana foi possível encontrar um bode amarrado em uma das torres de transmissão ali instalada.
Caminhar por uma cidade bonita, com praças bem cuidadas, canteiros limpos, terrenos em ordem passa sempre pelo poder público em autuar quem desrespeita a lei e também pelo cidadão que insiste em jogar lixo onde não deve.
Porém, mais do que estética, qualidade de vida, prazer em morar na cidade, a prioridade é saúde. Em uma época em que a febre amarela, dengue, zika e chikungunya são doenças que ameaçam a população e se intensificam na época de chuva, respeitar a lei é caso de saúde pública.
Espera-se que o Executivo aplique a lei, informe o que tem feito nesse sentido e também mantenha suas áreas em ordem. E que a população seja mais consciente, jogue lixo onde ele deva ser jogado, despeje seus entulhos em áreas adequadas, mantenha seus terrenos limpos e faça sua parte na busca de uma cidade melhor.

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