O futuro começa dia 7

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Neste domingo, dia 7 de outubro, o brasileiro dá o primeiro grande passo rumo ao futuro. Mas qual será esse futuro? O que nos aguarda os próximos anos?

Pelas pesquisas eleitorais mais recentes, os candidatos que lideram a preferência do eleitorado para a presidência são Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Mais uma vez, o que se viu foi uma polarização das campanhas. No tocante ao nível do debate, pior do que na eleição anterior, com o enfrentamento entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

Nestas eleições, pouco se discutiu sobre plano de governo, sobre decisões polêmicas que o próximo presidente terá de tratar logo nos primeiros meses. O Ministério do Planejamento divulgou uma lista com 36 medidas que devem ser adotadas logo nos primeiros 100 dias como revisão dos critérios que definem o piso do magistério, mudanças do subsídio do Minha Casa, Minha Vida, entre outras. Mas pouco se ouviu a respeito disso entre os candidatos.

A campanha foi muito mais pautada por “se não está comigo é contra mim” do que qualquer outra coisa. Ao que se vê, eleitores estão mais buscando um salvador da pátria, do que um estadista. No final, quem perde é o Brasil que vai acordar no dia 1º de janeiro de 2019, vivendo no mesmo país de injustiça social, de crise econômica e de incertezas.

O estado de São Paulo, que vai eleger seu novo governador também tem uma difícil decisão. Liderando as pesquisas, estão João Dória (PSDB) e Paulo Skaff (MDB). O primeiro, representando uma cara nova de um partido que comanda São Paulo desde 1995, com Mário Covas e o segundo, um nome de uma das legendas mais tradicionais da política nacional e que já governou São Paulo por três vezes.

Mas, uma importância maior, especialmente para o eleitor vargengrandense é a questão do Legislativo e do Congresso. Escolher bem um deputado estadual,  um deputado federal e os senadores, significa representar seus ideais, suas convicções com influência tanto no Palácio dos Bandeirantes, quanto no Palácio do Planalto. Afinal, cada decisão do futuro governador e do próximo presidente, deverá passar pela Assembleia Legislativa e Congresso Nacional. Além disso, num município com poucos recursos como Vargem, aliar um candidato afinado com sua ideologia e que ainda busque verbas para a cidade, seria uma combinação bastante positiva.

Dos deputados que concorrem à reeleição, quais trouxeram recursos para Vargem? O eleitor saberia como cada um deles se posicionou em votações polêmicas? Quais merecem novamente representar o povo? Que todos os eleitores votem com a consciência, não deixem de comparecer às urnas e utilizem o voto como uma verdadeira ferramenta de construção de um futuro promissor.

 

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