Painel 16 de fevereiro de 2019

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Auxílio alimentação

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SSPM) de Vargem Grande do Sul enviou ofício ao prefeito Amarildo Duzi Moraes (PSDB) requerendo o reajuste do auxílio alimentação dos servidores de R$ 300,00 para R$ 400,00. O último aumento no benefício foi em 2016. Edson Bovo, presidente do Sindicato, lembrou que o auxílio não incide na folha de pagamento, o que não irá influenciar nos limites de gasto com pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Data base

Com relação ao aumento salarial, o SSPM ainda aguarda a divulgação dos índices oficiais da inflação do mês de fevereiro para requerer reajuste que contemple a reposição salarial e mais aumento de ganho real.

Samu

Os funcionários do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) têm se queixado do atraso dos pagamentos dos salários. Em janeiro, o pagamento foi feito com três dias de atraso. Já neste mês, demorou cerca de cinco dias.

Folga de Carnaval

Publicado no Jornal Oficial do Município um ato do presidente da Câmara, Felipe Gadiani (MDB), determinando a suspensão do expediente da Casa nos dias 4 e 6 de março, segunda-feira de Carnaval e a Quarta-feira de Cinzas. A prefeitura ainda não informou como será o funcionamento das suas dependências nos dias de folia. Mas o SSPM já protocolizou ofício com pedido para ser decretado ponto facultativo nas repartições públicas municipais no dia 4 de março, sem a necessidade de reposição das horas futuramente. Também solicitou a antecipação do pagamento dos servidores para o dia 1° de março, pois caso seja realizado no quinto dia útil, somente sairá no dia 11 de março, devido ao feriado do Carnaval.

Sessão na quinta

Com a suspensão das atividades da Câmara nos dias de Carnaval, a primeira sessão ordinária de março foi prorrogada para o dia 7 de março, quinta-feira.

Calamidade administrativa

Felipe Naufel (PSDB), prefeito de Mococa, declarou estado de Calamidade administrativa no município. De acordo com o divulgado pelo jornal mocoquense Cidade News, o Executivo relatou uma dívida superior a R$ 150 milhões. Como medida, o prefeito determinou que cada secretaria relacionasse contratos e projetos em andamento. Os contratos passarão por uma auditoria.

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