Três vezes mãe

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Laísa com os filhos Joaquim, Francisco e Luísa

Laísa Rossi Gonçalves Martins, de 29 anos. Mãe de Luísa Martins Barrese, de cinco anos, Francisco Martins Barrese, três anos e Joaquim Martins Barrese, um ano e três meses, ela relatou à Gazeta como a experiência da primeira gravidez ajudou nas próximas. “Fui mãe aos 23, 25 e 27. Nenhuma gravidez foi planejada, mas todas foram desejadas. Não programamos nenhum, foi tudo plano de Deus”, disse.

“Engravidei da Luísa em uma fase bem diferente, estava terminando a faculdade, então foi uma mudança enorme na minha vida. Com certeza a primeira gravidez te deixa mais experiente e é nela que você leva os primeiros “sustos” e aprende. Mas a maternidade é um eterno aprendizado, cada dia aprendemos uma coisa nova com as crianças”, contou.

Laísa também contou que na primeira gravidez os desafios e medos foram maiores. “Os primeiros desafios são o autoconhecimento. Junto com o bebê, nasce a mãe, é clichê, mas é verdade. Nós sabemos o que fazer pelo instinto e amor, mas a insegurança, os palpites, os hormônios e o temível “medo de errar” nos deixam confusas sobre qual atitude tomar. No começo, meu marido e meus pais foram meus principais abrigos, mas principalmente minha mãe que soube me aconselhar e ajudar nas coisas do dia a dia”, relembrou.

Mãe de três crianças, ela informou como é enfrentar a maternidade em dose tripla para cuidar dos filhos. “A maternidade é puro amor, doação e paciência. É saber dosar a amizade com a autoridade, mas também é saber que aquele ser tão indefeso depende totalmente de você. Atualmente a grande maioria vive um complicado impasse, pois muitas mulheres assumiram um papel importante na renda da família, seja ela parcial ou total. E a cobrança do mundo fica ainda maior quando ela tem que ser mãe e esposa, trabalhadora e dona de casa. A mulher se cobra mais ainda por tentar fazer tudo isso e ainda quer ser a melhor possível. Essa sou eu no caso”, falou.

“O que eu espero para os meus filhos é um mundo melhor, feliz e com mais amor ao próximo e a natureza. Que as pessoas conversem mais pessoalmente, que saibam sorrir sem se preocupar com as redes sociais e sejam felizes”, desejou.

Foto: Arquivo Pessoal

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