Chevrolet Onix Plus elevou o nível do mercado

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João Brigato / iCarros

Não é sempre que um carro é capaz de mudar todo o mercado em que se insere. A Chevrolet fez isso duas vezes na história: em 1994 quando lançou o Corsa e em 2012 quando o Onix chegou. Tamanho sucesso no Brasil, o nome Onix agora é global em sua segunda geração e atingiu até o Prisma, que mudou de nome para Chevrolet Onix Plus.

Para tomar o mercado do antigo Prisma e também ser uma ameaça real ao Volkswagen Virtus, a Chevrolet deixou o novo Onix Plus mais sofisticado e lotado de versões. Ele começa em R$ 54.990 e vai até R$ 76.190. Dentro da versão Premier há três variantes, sendo que a Premier 2 e 3 tem o mesmo preço: R$ 76.190. A diferença entre elas é apenas o acabamento interno.

Durante os testes com o novo Chevrolet Onix Premier, não foram poucas as abordagens curiosas sobre o carro. O design chamativo, a bela cor azul e o fato de ser bem diferente e maior que seu antecessor, fez muita gente pensar que esse não era o substituto do Prisma. Houve quem perguntasse se era o novo Cobalt.

De fato, faz sentido, visto que com 4,47 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,47 m de altura e 2,60 m de entre-eixos ele tem o mesmo porte de seu irmão mais velho, superando o Prisma em 20 cm no comprimento. Apesar de espichado, ele manteve o peso baixo, totalizando 1.112 kg na versão Premier – isso teve reflexo direto na dirigibilidade do Onix Plus.

O visual é elegante e mais sofisticado que antes. As fotos não representam tão bem o quão interessante o Onix sedã ficou ao vivo. Faróis com bloco elíptico e o LED diurnos no para-choque são apenas para a versão Premier, mas a grade frontal gigantesca com bordas cromadas vem para toda linha.

Em relação ao Prisma, ele manteve a linha de cintura alta, mas agora menos demarcada. A tampa do porta-malas cresceu para dar a ele um visual tradicional de sedã. Lanternas de LED invadindo a tampa do porta-malas revelam que o Onix Plus subiu um degrau em relação ao Prisma para brigar com VW Virtus e Fiat Cronos.

A nova geração mudou completamente essa impressão: agora o banco tem ajuste por alavanca, permite dirigir bem baixo e o painel ganhou volume. Os plásticos não passam a sensação de qualidade como os usados no Fiat Cronos e no Hyundai HB20S, ficando um pouco abaixo do Volkswagen Virtus. Ainda assim, o interior é sólido e bem montado, mas não transmite sofisticação.

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