Jovens contam o que fariam se fossem prefeitos

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João Fábio Severino Vidolin, 22 anos. “Tentaria desenvolver um sistema de lixeiras públicas em cada quadra, e trabalhar a conscientização nos moradores, para manter um ambiente mais limpo e sustentável”.

Vargem Grande do Sul comemora 146 anos neste sábado, dia 26, e ainda há muita coisa que pode ser feita para que a cidade fique cada vez melhor. Como em novembro os eleitores vargengrandenses irão escolher o próximo prefeito, a reportagem da Gazeta de Vargem Grande perguntou a alguns jovens internautas o que eles fariam se ocupassem a cadeira do chefe do Executivo.
Afinal, ninguém sabe melhor dos problemas da cidade do que o próprio vargengrandense. A Gazeta ouviu, ao todo, 20 pessoas e embora o pessoal tenha sido criativo, a maioria afirmou que iria lutar para trazer mais empresas para a cidade, demonstrando assim que o problema do desemprego é o que mais repercute entre os moradores.
Mas teve gente que afirmou que queria trazer uma faculdade pública, pensando assim na educação dos vargengrandenses.
Os jovens constituem a maioria da população vargengrandense com quase sete mil indivíduos na faixa entre 15 a 24 anos e representam o futuro da cidade. Num momento político em que a cidade e o país atravessa, com as eleições acontecendo em novembro, é urgente incentivar a participação dos jovens na política local, com a formação de novas lideranças que vão tocar os destinos da cidade nas próximas décadas.
Trazê-los para o debate dos problemas que a cidade vive, é uma maneira de já ir despertando neste importante segmento da sociedade vargengrandense, seus dotes políticos, para que possam aprimorá-los e no futuro venham a exercer o papel de líderes tanto no Poder Legislativo, elegendo-se como vereadores, como também os próximos prefeitos que a cidade elegerá para administrá-la.

Emprego, cultura e saúde são os mais citados

Ana Laura Tobias de Souza, 18 anos. “Creio que a primeira coisa que eu faria seria analisar o meu território e ouvir da população quais as melhorias que eles querem para ter uma visão direta da população, já que estaria trabalhando por eles e para eles. No entanto, creio que investir na saúde seria a primordial coisa a ser feita, ainda mais no tempo que estamos vivendo agora, e no mais, apoiar e focar em melhorias para a cidade mesmo”.
Ana Laura Bertoloto, 20 anos “A primeira ação que seria tomada, seria o pagamento de dívidas da prefeitura, além de promover uma maior fiscalização na segurança, visto que muitas ruas estão com lâmpadas queimadas, facilitando a violência devido à falta de iluminação, causando insegurança a população”.
Ruan de Andrade Bortoluci, 21 anos . “Se eu fosse prefeito de Vargem, a primeira coisa que faria seria atender o comércio local, com a intenção de intensificar e ajudar os pequenos e médios empresários, de todas as áreas, como vestuário, alimentício, prestação de serviços, eventos, lojistas, entre outros. Afinal, a cidade precisa deste incentivo para um desenvolvimento econômico e empregatício”.
Bárbara Della Torre Ribeiro, 18 anos. “Acredito que nossa cidade mudaria da água para o vinho quando tiver propostas que estimulem o empreendedor. Trazer novas empresas para Vargem Grande do Sul mudaria a economia, o turismo e o ponto mais crítico que é o desemprego”.
Pedro Henrique da Silva, 21 anos
“Bom, em minha concepção os governadores municipais podem ser comparados, a grosso modo, a um jogo de xadrez.
No jogo de xadrez temos a Rainha, uma peça fundamental e a mais forte do jogo, porém ela dificilmente vence o jogo sozinha e sempre necessita da ajuda de outras peças que por sua vez também são fundamentais.
Elevando este raciocínio para dentro do cenário político municipal, podemos comparar a “Rainha” como o prefeito, a peça fundamental, mas não a única. O bom relacionamento entre os membros de um governo pode ser de extrema importância, ainda mais quando um depende do outro para que um bom trabalho seja realizado.
Me colocando como prefeito de nossa cidade, penso que antes mesmo de que qualquer projeto seja executado ou até mesmo planejado é necessário (teoricamente) manter um bom relacionamento com companheiros políticos, deixar as concorrências partidárias de lado e construir uma equipe que realmente irá trabalhar para o bem em comum de toda a cidade. Porém, assim como citado acima, tudo isso de forma teórica, pois infelizmente sabemos que na prática nos exige muito discernimento. Por experiência própria sei que muitos políticos ou até mesmo candidatos para as eleições que se aproximam, não estão interessados em trabalhar para construir uma cidade melhor, para levar uma saúde e educação melhor para a sua população, mas estão interessados em algo material, o dinheiro”.
Marcela Gonçalves Expósito, 25 anos “Como prefeita, eu terminaria de asfaltar todas as ruas da cidade, pois são várias as que ainda contam com paralelepípedos, até mesmo no centro da cidade, atrapalhando muito os moradores locais e aqueles que precisam passar por essas áreas todos os dias”.
Eduarda de Oliveira, 21 anos. “Eu tentaria trazer melhorias no atendimento à mulheres e crianças vítimas de violência, em questão da saúde mesmo, além de tentar abrir uma espécie de albergue para acolher LGBTS em situação de vulnerabilidade”.
Maria Luiza da Costa, 23 anos. “A primeira coisa que eu faria como prefeita seria fazer algum tipo de entretenimento para a população, ainda mesmo que na represa que já temos ou algum outro espaço. A exemplo de cidades da região, colocaria barracas de alimentação ou pedalinho no local, por exemplo, para entreter os vargengrandenses”.
Marília Macedo de Souza, 20 anos
“A primeira coisa que eu faria na cidade se eu fosse prefeita, seria trazer uma faculdade pública para cá, porque assim, os vargengrandenses teriam um bom ensino e não precisariam ir para fora para estudar, valorizando ainda mais a cidade”.
Guilherme Oliveira dos Santos, 20 anos. “Criaria o incentivo para trazer empresas para a cidade, visto que muitas áreas de atendimento privado detém o monopólio na cidade”.
Cláudio Fernando Cherulli Júnior, 20 anos, “Acho que eu investiria em melhorar o saneamento básico da cidade, juntamente com o tratamento e redistribuição da água, porque é muito ruim quando não chega água em casa, falta direto”
Ana Júlia Botacini, 19 anos. “Se eu fosse prefeita, investiria na contratação de mais profissionais na área da saúde com a finalidade de reduzir o tempo de espera para as pessoas que dependem do SUS”.
Bruno Fabris Bernardes, 20 anos. “Se eu fosse prefeito iria propor uma ampliação do sistema de tratamento de água”.
Victória Maria da Costa Cardoso, 20 anos. “Meu primeiro ato se eu fosse prefeita seria investir em locais de lazer para a população, um exemplo que temos é o bosque, mas acredito que os vargengrandenses, principalmente os jovens, precisam de mais locais de passeios e entretenimento, para que assim, saiam das ruas”.
“Faria um levantamento através de uma enquete com a população, do que é necessário para melhorar ou está em falta na cidade e posteriormente tomaria uma decisão para uma possível solução, ninguém melhor para ajudar a ver problemas do que nossa população, porém, buracos nas ruas eu tenho certeza que é um problema que seria votado”
Mariana Santiago Elídio da Silva, 20 anos. “Se eu fosse prefeita, meu primeiro ato seria arrumar as ruas com buracos em Vargem, que são muitas. Além de ser muito ruim para os moradores, também é ruim para quem passa no local, então é um grande problema e precisa de uma solução”.
“A primeira coisa que eu faria seria formular um plano para que os projetos sejam realizados durante todo o mandato, não apenas no ano de reeleição, por exemplo”.
Gabriel Frigini, 25 anos. “Como prefeito, eu alocaria em alguma instituição de saúde (hospital, ppa) uma ala voltada para atender parto humanizado”.
Lucas Henrique Rocha, 22 anos
“Eu apostaria em investimentos no agronegócio e no meio ambiente, então implantaria leis para alcançar esse objetivo, sendo uma delas o plantio de árvores nas calçadas das casas e prédios públicos, e até mesmo privados”.
João Fábio Severino Vidolin, 22 anos. “Tentaria desenvolver um sistema de lixeiras públicas em cada quadra, e trabalhar a conscientização nos moradores, para manter um ambiente mais limpo e sustentável”.

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