Morre Ângelo Cipola

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Ângelo Cipolla com a esposa Maria Aparecida e a neta Isadora. Foto: Arquivo Pessoal

Faleceu nesta terça-feira, dia 29 de setembro, o vargengrandense Ângelo Cipola, mais conhecido como Nenê Cipola, aos 94 anos de idade, em Campinas, onde estava internado.

Viúvo da professora Maria Aparecida Maturano Cipolla, deixa os filhos Luís Eduardo, José Hamilton, Antônio Celso, Mariângela e Pedro Luís, as noras Dayse e Cristiane e o genro Rubem, os netos Carolina, Bruno e Larissa, Marcela, Gabriela, Isadora, e Danilo; o bisneto Sebastian,  e a bisneta Olivia que deverá nascer em 2021.

Seu sepultamento está previsto para esta quarta-feira, dia 30, por volta das 10h30, no Cemitério Parque das Acácias.

De família tradicional do município, descendente de italianos, sempre será reconhecido como um cidadão que procurou contribuir com Vargem Grande do Sul, atuando como voluntário em entidades onde deixou sua marca como eficiente gestor que era.

Fez carreira na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, trabalhou muitos anos na Coletoria de Vargem Grande, passou depois a ser o inspetor regional e após fiscal estadual do ICM.

Formado contador pelo Colégio D. Pedro II, na juventude já se destacava com um programa de alto falante que funcionava no coreto da Praça Cap. João Pinto Fontão, que causou muito sucesso junto aos jovens daquela época. Também foi radialista da Rádio Cultura, participando de programas e procurando através daquele meio de comunicação, contribuir com o desenvolvimento da cidade.

Sua grande atuação foi como presidente do Tênis Clube de Vargem Grande do Sul, nos anos 60, quando o clube atingiu sua fase dourada, revelando inúmeros atletas da natação que ganharam muitos títulos para o clube e Vargem Grande. Foi um grande incentivador do esporte em geral, como o basquete e também ao jogo de xadrez, atuando também junto à Associação Atlética Vargeana.

Gostava muito de política e foi um dos incentivadores para formar no município, juntamente com alguns de seus filhos, o partido MDB-Movimento Democrático Brasileiro, num momento difícil que o Brasil vivia, no fim da ditadura militar.

Foi diretor da prefeitura municipal na gestão dos ex-prefeitos José Reinaldo Martins e de Locatelli, contribuindo para melhorar a arrecadação tributária do município.

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