Nível da represa sobe e racionamento pode ser descartado

Chuva já levou a um aumento do nível da represa. Fotos: Reportagem

O nível de água da represa Eduíno Sbardellini subiu com as chuvas que caíram nos últimos dias e a possibilidade de um racionamento de água está mais longe de acontecer com o reservatório que abastece a cidade enchendo e com a chegada da estação das chuvas se aproximando.
Em julho, o prefeito Amarildo Duzi Moraes (PSDB) publicou no Diário Oficial da prefeitura o decreto que proibiu expressamente a população de utilizar água da rede pública para lavar calçadas, molhar ruas, lavar veículos, manter torneiras, canos, conexões, válvulas, caixas d’água, reservatórios, tubos ou mangueiras eliminando água continuamente.
O prefeito baseou seu decreto ao constatar a redução das reservas de água na represa e com base na lei municipal n.º 3.824, de 27 de agosto de 2014, que previa a possibilidade de decretação de “Estado de Alerta de Desabastecimento de Água” pelo poder Executivo quando houvesse risco de desabastecimento total ou parcial de água no município.
Também ficaram proibidos os postos de gasolina de utilizar a água derede pública para lavagem dos veículos, com exceção do para-brisa e lanternas, itens de segurança, com a utilização de recipiente próprio.
Para Celso Bruno, superintendente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAE), embora a represa não esteja no nível esperado, nesta época do ano já era para estar vazando água através do vertedouro, o popular bico de pato, ele está otimista e acha que a cidade vai conseguir vencer o período de seca sem o racionamento.
O superintendente pede que o povo continue colaborando, não desperdiçando água e elogia a atuação dos moradores da cidade que entenderam a situação e na sua grande maioria evitou o desperdício.
Também contribuiu para que o reservatório mantivesse um nível adequado de água, a contribuição dos dois lagos que a prefeitura está construindo para alimentar a represa Eduíno Sbardellini. O lago do outro lado do asfalto que está sendo feito nas terras da família de Antônio Carlos de Mello e a água do açude que se encontra nas terras do empresário Libânio Coracini Filho, cujas escavações deverão começar dentro de pouco tempo.

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