
A expectativa para a liberação de algumas obras muito importantes está alta para o prefeito Amarildo. Entre as obras que ele está aguardando ansiosamente, está a pavimentação da rodovia que liga Vargem a Lagoa Branca. Conforme o informado, tudo que cabia à prefeitura foi feito. “Fizemos uma reunião em novembro no DER. A estrada está na Fase 9 da licitação do Governo do Estado, junto com cerca de 200 estradas do estado todo. Ano passado fui informado que o governador faria uma reunião em maio no Palácio e ia emitir a ordem de serviço, passou para julho, setembro e em outubro me ligaram sobre o novo projeto, que teria de ser Executivo e teríamos de refazer, mas o nosso já estava correto”, explicou.
“O superintendente do DER me disse que é só aguardar mesmo, de todos os projetos, apenas 31 eram do Executivo. Autorizou executar, Vargem e Casa Branca assinaram o convênio proporcional dos 9 km de Vargem e 5km de Casa Branca. Foi feita a licitação, saiu a empresa vencedora, a empresa assinou, tudo certo em 2022. Em 2023 só faltava a ordem de serviço e aconteceu essa sequência. Não tenho razão para desconfiar do governador, pois na eleição disse aos prefeitos que queria nos tranquilizar, que o que foi assinado com o governo anterior, será feito. E até agora, tudo ele vem cumprindo, então não temos do que reclamar, ganhamos uma creche do governo do Estado”, completou.
Para Amarildo, não faz sentido o governador ter pedido para as cidades fazerem o projeto Executivo, se não pretende emitir a ordem de serviço, já que os municípios estão gastando dinheiro com o projeto. “O máximo que pode acontecer se aparecer muitas divergências, é ele pedir para refazer. O nosso caso não tem discrepância nenhuma, por isso estou muito esperançoso e ansioso. É uma obra rápida, que duraria cerca de 120 dias, pois não tem ponte, é mais preparar o solo e fazer, se pegar um período bom, de seca, na pior das hipóteses é de seis meses”.
Outra obra que está sendo aguardada é a das 300 casas populares. “Mês que vem vai completar um ano que levei na Secretaria de Habitação os cinco alqueires. Mostramos a área, que daria para fazer as 300 casas, eles vêm para ver a área, que não fica muito longe de uma escola e uma UBS, e o terreno foi aprovado. Nossa parte já está prontinha, só falta o governador autorizar. Esperamos que até março o governador possa anunciá-la”, disse.
“Já estive lá em várias oportunidades e conversei com o Marcelo Branco, secretário de Habitação, ele me confirmou que vai sair, que já está na lista. O governo não liberou nada no ano passado, só o que já estava na lista, então segundo o secretário e o Barros Munhoz que falou com o governador, até março libera. Liberando, o CDHU já pode liberar as inscrições e são 300 casas populares do lado do Canaã”, explicou.
Amarildo disse que, em contrapartida, está indo atrás também do Minha Casa Minha Vida. “Ver se conseguimos fazer parcerias com empresários, eles desapropriam e facilitamos algumas coisas. Há previsão de começar aqui em Vargem em torno de 100 casas através do Minha Casa Minha Vida que um investidor irá construir. Ele fala que o objetivo são 300 casas, mas vai começar com 100, acima do asfalto também, está caminhando”, comentou.
“Se conseguirmos desapropriar uma área, há a oportunidade também de cedermos o terreno para as pessoas que estão construindo o MCMV, pois geralmente a pessoa financia o terreno e a construção e acaba precisando colocar dinheiro por fora. Então se doarmos o terreno com base no sorteio, a pessoa fica com um maior valor para construir, sem precisar colocar dinheiro por fora na obra. A prioridade é as 300 casas, isso ainda está sendo estudado”, finalizou.
Duplicação da rodovia de Vargem a São João
Sobre a duplicação da SP-344, que liga Vargem Grande do Sul a São João da Boa Vista, Amarildo disse que está insistindo bastante junto ao secretário. “Fizemos uma reunião em São José do Rio Pardo com o secretário de Parcerias em Investimento Rafael Benini. Estarei sexta-feira, dia 12, em São Paulo com ele, pedimos de forma individual, mas quando esteve aqui, fizemos a reunião com os prefeitos da região e definimos algumas prioridades em termos de logística e a duplicação entrou como prioridade”, adiantou.
“O Rodrigo, enquanto governador, também acertou isso, mas ele achava que tinha condição de renovar com a Renovias e na renovação incluísse a duplicação. Porém, a Renovias tinha executado mais coisas do que estava no contrato, então o Estado estendeu o contrato dela em quase dois anos para depois fazer uma nova concessão. O esperado era de que nessa nova licitação da concessão, que seria colocado no contrato da concessionária para que ela pudesse fazer”, explicou.











