Por Victória Mazarini
Sou um caos moldado em amor,
Intensa — traçada, pintada com ardor.
Sou vida tortuosa, estrada incerta,
Que se revela, a cada passo, sempre aberta.
Ao som suave da velha MPB,
Escrevo o que a alma quer dizer.
Minhas palavras voam como um pássaro livre,
E nelas, meu ser inteiro vive.
Assim sou eu — hoje, agora, inteira.
Talvez amanhã, de outra maneira.
Mas em cada versão que a vida compor,
Quero-te em mim.
Amar-te em todos os meus versos sinceros,
E entre os maiores encantos que carrego,
É tua alma, amor, o que mais venero.












