A Casa de Passagem Heitor de Andrade Fontão está com uma nova coordenadora, a fisioterapeuta, professora universitária e mestre em ciências da reabilitação Simone de Faria Rossetto.
Ao jornal, Simone informou que foi convidada e aceitou o convite para liderar a instituição, movida por seu profundo compromisso com a causa das pessoas em situação de vulnerabilidade. Sua jornada à frente da Casa de Passagem teve início em 20 de janeiro, marcando um novo capítulo de esperança e transformação.
Desafios e metas
Segundo o informado, Simone assume a coordenação em um momento crucial, com desafios importantes a serem enfrentados, como o fortalecimento da estrutura da Casa de Passagem, garantindo sua sustentabilidade e impacto a longo prazo; a ampliação da captação de doações, essenciais para o funcionamento da instituição e para a qualidade dos serviços oferecidos; e a busca por soluções para a superlotação, assegurando um ambiente digno e seguro para todos os acolhidos.
Ao jornal, Simone contou que já delineou seus principais objetivos. “Irei trabalhar incansavelmente para restabelecer os laços familiares dos usuários e facilitar sua inserção no mercado de trabalho, devolvendo-lhes a autonomia e a esperança. Tenho como objetivo também unir a equipe técnica em torno de um propósito comum, valorizando o trabalho de cada profissional e promovendo um ambiente de colaboração e respeito. Outra meta importante é buscar parcerias para aprimorar a infraestrutura da Casa de Passagem, tornando-a um espaço ainda mais acolhedor e funcional”, disse.
Um apelo à solidariedade
A Casa de Passagem é uma entidade filantrópica que depende da generosidade da comunidade para continuar seu trabalho. À Gazeta, a coordenadora Simone disse que as maiores necessidades são dinheiro, alimentos não perecíveis, roupas, eletrodomésticos, produtos de higiene pessoal e limpeza, entre outros. O Pix da entidade é o CNPJ 51.270.288/0001-55.
Segundo Simone, a entidade também precisa de doação de tempo e serviço. “Pessoas que se oferecem para trabalhar voluntariamente na instituição, auxiliando em diversas atividades. É uma forma valiosa de doação, pois o tempo e o conhecimento das pessoas são muito importantes para o funcionamento da instituição. Quanto à serviços, empresas ou profissionais que oferecem seus serviços gratuitamente para a instituição, como consultoria jurídica, contabilidade, marketing, etc.”, explicou.
Transformando vidas
A Casa de Passagem atualmente acomoda 11 pessoas, sendo seis homens e cinco mulheres. Simone falou sobre o trabalho da entidade. “Na Casa de Passagem, pessoas em situação de vulnerabilidade encontram um porto seguro. São acolhidas com carinho e respeito, recebem alimentação, higiene e um lugar para descansar. Mas o trabalho da instituição vai muito além disso”, disse.
Explicou que a Casa conta com uma equipe técnica multidisciplinar, composta por psicóloga e assistente social, que oferece acompanhamento individualizado, traçando metas, resgatando memórias afetivas e incentivando a busca pela autonomia e responsabilidade.
“A Casa de Passagem é, acima de tudo, um lar para quem não tem lar. Um lugar onde a dignidade é resgatada e a humanidade é celebrada. Com a sua ajuda, podemos continuar a transformar vidas e construir um futuro mais justo e esperançoso para todos”, finalizou.












