
Tudo caminhava nos planos da administração municipal para a aprovação de 300 casas populares para Vargem Grande do Sul pelo governo do Estado de São Paulo. O prefeito Amarildo Duzi Moraes (MDB) já tinha desapropriado uma área de cinco alqueires de acordo com o decreto nº 5.650, de 19 de agosto de 2022, no local denominado “Sítio Paineirinha”, na antiga Fazenda “Cachoeira”, de propriedade de Regina Célia Ranzani Trogiani e Outros, pagando na ocasião pela gleba R$ 2 milhões.
Também foi amplamente divulgado, inclusive pelo jornal Gazeta de Vargem Grande, a visita no dia 15 de março, da técnica do CDHU, da engenheira Amanda A. Monchelatto Benjamin, que esteve vistoriando a área, sendo recebida na ocasião pelo vice-prefeito Celso Ribeiro (Republicanos) e pelo diretor de Obras Ricardo Bisco.
Segundo afirmou o vice-prefeito na ocasião, o terreno era muito bom, com leve declínio, facilitando a construção das casas, exigindo pouco alicerce. A área já foi doada para a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo-CDHU e tudo que era de responsabilidade da prefeitura já teria sido feito. “Agora o processo corre na Secretaria da Habitação e a prefeitura está acompanhando de perto todo a tramitação do mesmo”, disse o vice.
Caravana ao Palácio dos Bandeirantes
Na sexta-feira, dia 26 de abril, uma caravana de políticos vargengrandenses se dirigiu a São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, onde participaram de uma cerimônia com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) que anunciou na ocasião, as 178 casas para Vargem Grande do Sul, além de casas para outros municípios.
Durante a viagem, foi criada toda uma expectativa, com os políticos dando depoimentos e falando que seria uma grande conquista para a cidade. Viajaram para a capital, o prefeito Amarildo Duzi Moraes (MDB), o vice-prefeito Celso Ribeiro (Republicanos), a presidente do Legislativo, Danutta (Republicanos), os vereadores Maicon e Fernando Corretor (Republicanos), Gláucio do Mototaxi (Podemos), Paulinho da Prefeitura (Podemos), Serginho da Farmácia (Cidadania), Angelino, funcionário do setor de Comunicação e o vargengrandense Richard Calixto.
Prefeito acredita que o restante das casas deve sair logo
Segundo informou a prefeitura à reportagem da Gazeta de Vargem Grande, a área desapropriada pelo município é para a construção de 300 casas. “Ocorreu que agora foram liberadas para construção, 178 casas, em função das condições financeiras da CDHU, nesse momento, mas o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco e o próprio governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas nos garantiu a liberação do restante ainda esse ano ou no máximo no 1º semestre de 2025”, afirmou o prefeito Amarildo ao jornal.
Para o Executivo, a construção de casas populares, além de realizar o sonho de muitas famílias, ainda gera empregos para sua construção e movimenta o comércio da cidade, desde a empresa que vende material de construção até restaurantes, promovendo também o desenvolvimento econômico e social do município.
Explicou Amarildo, que conforme informações da secretaria de Habitação do Estado de São Paulo, houve uma queda da arrecadação do ICMS pelo governo do Estado, o que não permitiu a autorização de todas as casas no momento, mas que nos próximos meses isso irá ocorrer. Destacou o chefe do Executivo que dos 16 municípios da nossa região, Vargem Grande do Sul foi contemplado com o maior número de casas populares.
“Isso graças a nossa articulação junto ao deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) e o deputado federal Baleia Rossi (MDB)”, afirmou o prefeito, destacando ainda a deliberação do secretário de Habitação Marcelo Branco e do próprio governador Tarcísio de Freitas. “Aproveitamos a oportunidade para agradecer a todos eles por essa importante conquista para nosso município”, afirmou Amarildo.













