Casa Bedin

Foto tirada na Casa Bedin. Aparecem, da direita para a esquerda: Jércio Alexandre Beloni; Jerdão Beloni; Edson Buzatto; João Urias, conhecido como “Kiki” (com a jarra na mão); e Cláudio Caetano Gambaroto (Clube Vargengrandense)

Mario Poggio

Antigamente não havia supermercados na cidade, sendo as compras efetuadas nos estabelecimentos administrados pelas famílias Garcia (Vila Polar); Rotta e a famosa Casa Bedin, localizada na rua Primeiro de Maio, onde está instalada a Cachaçaria João e Maria.
A Casa Bedin era um amplo armazém que tradicionalmente comercializava vários gêneros de produtos, especialmente “secos e molhados” e tecidos de boa qualidade, além de moer café em grão.

Entrega do café para moagem na Casa Bedin, pelo funcionário do Café Pacaembu, senhor “Tinta” ao senhor Jércio Alexandre Beloni

Conforme nos contou o senhor Alibertti Martins, o Livertti, aos sábados a rua ficava lotada de “carroças” e “carros de boi”, estacionados dos dois lados, para efetuarem suas compras e todas as tardes, o sanfoneiro “Calabrezinho” tocava lindas músicas para os presentes.
Foi fundada pelo saudoso David Bedin, que a passou para os filhos Alvino e Ângelo Bedin, os quais venderam-na para os Irmãos Osmar (Malé) e Aparecido Cossi.
Após, conforme declaração publicada no Jornal “A Imprensa”, em sua edição de 12 de maio de 1957, os Irmãos Cossi (Cossi & Companhia), venderam-na, com móveis, utensílios e parte do estoque para Cândido Aleixo Pereira Neto, o Zinho, e Jércio Alexandre Beloni (Pereira E Beloni), cuja sociedade se manteve até 1972 e, finalmente de 1972 a 1978 foi administrada pelo casal Elza Mesquita e Jércio Alexandre Beloni.
Particularmente, nos recordamos quando lá íamos na companhia de papai comprar flores (palmas, crisântemos, violetas e outras mais), nos primórdios da Floricultura Priscila, e ficávamos maravilhados com a quantidade e variedade de mercadorias.

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