Saiba quais os danos causados pela natureza que o seguro pode cobrir!

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Saiba quais os danos causados pela natureza que o seguro pode cobrir!

Danos causados pela natureza: o que o seguro pode cobrir e como funciona essa proteção

Os eventos climáticos têm se tornado cada vez mais intensos e imprevisíveis, trazendo prejuízos importantes para residências, empresas e veículos e é justamente nesse momento que o seguro pode fazer toda a diferença.

Mas afinal, o que realmente está coberto?

De modo geral, tanto o seguro residencial quanto o automóvel podem cobrir danos decorrentes de fenômenos naturais, desde que o evento esteja previsto na apólice e que os prejuízos ultrapassem o valor da franquia.

Entre as ocorrências mais comuns estão vendavais, chuva de granizo e descargas elétricas, que podem danificar telhados, estruturas e até derrubar árvores sobre imóveis ou veículos. Também há coberturas que incluem prejuízos decorrentes de incêndios ou explosões causados por esses eventos.

No caso dos automóveis, a cobertura de fenômenos naturais garante a indenização quando há danos provocados por enchentes, chuva de granizo ou queda de árvores — podendo resultar em conserto ou até indenização integral, dependendo da gravidade do sinistro.

Entretanto, é fundamental lembrar que nem todo risco está automaticamente coberto. Por isso, o apoio de um corretor é essencial para entender exatamente quais situações estão protegidas.

A importância da prevenção

Outro ponto importante é que o seguro não cobre danos decorrentes de negligência, falta de manutenção ou outros agravamentos de risco. Além disso, não há cobertura para eventos que ocorreram antes da contratação da apólice.

Diante de um cenário climático cada vez mais desafiador, contar com a cobertura adequada deixou de ser um diferencial e passou a ser uma medida essencial de planejamento financeiro e segurança patrimonial.

Mais do que contratar um seguro, o ideal é avaliar as necessidades do imóvel ou do veículo e garantir que as coberturas estejam alinhadas aos riscos da região. Informação e prevenção continuam sendo as melhores formas de evitar prejuízos inesperados.

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