Festa das Nações: um evento que une cultura, culinária e solidariedade

Mais de 30 pessoas se envolveram para que a Casa Dom Bosco participasse do evento. Foto: Reportagem

A Festa das Nações, que aconteceu no último final de semana em Vargem Grande do Sul, não é apenas um evento cultural, mas também é uma ação social. Toda a praça de alimentação, com as barracas representando países do globo e sua gastronomia sendo coordenadas pelas entidades assistenciais e grupos que realizam ações sociais em Vargem Grande do Sul. Toda a renda obtida no evento é revertida para essas instituições.
Na 24ª Festa das Nações, representando a Argentina, estava a Apae, a barraca da Holanda foi conduzida pelo Grupo Demolay, a da África foi gerido pela Associação Lucas Tapi. Na barraca da França estava a Associação Dom Bosco. O Brasil contou com duas representações: na barraca Brasil I, ficou a Maçonaria Pérola da Mantiqueira, enquanto na barraca Brasil II, a Maçonaria Renascença II.
A culinária dos EUA ficou por conta da Associação Bushidô. Unindo México e Japão, estava a barraca dos Escoteiros Curumins da Mantiqueira. A barraca de Portugal foi coordenada pelo Rotary. A Itália também possui duas barracas no evento: a Itália I foi coordenada pela Associação Setembro, e a Itália II, organizada pela Mão Amiga. Representando a Suíça, estava a entidade Obreiros do Bem e o Bar oficial foi administrado pelo Hospital de Caridade. Já a Barraca do Pastel foi gerida pela Paróquia Sant’Ana.

Corrente do Bem
Nessa corrente do bem em que os voluntários trabalham incansavelmente em prol das entidades do município, Éder Pinheiro, presidente da Associação Dom Bosco, destacou a importância da festa para a entidade e enalteceu o trabalho dos voluntários no evento.
“Tivemos mais de 30 pessoas envolvidas, entre diretores e voluntários. Foi muito bonito ver essa mobilização e perceber o quanto todos estavam envolvidos e contribuindo com dedicação. Cada pessoa ajudou de alguma forma, muitas vezes deixando de lado a própria rotina e momentos com a família para estar conosco. Sou muito grato a cada um dos nossos voluntários, por todo o tempo, carinho e dedicação que ofereceram à Casa Dom Bosco. Esse comprometimento demonstra, principalmente, o quanto essas pessoas acreditam no trabalho da Casa e fazem parte da nossa história”, disse.
Ele destacou que o público foi bastante participativo junto à barraca da entidade. “A adesão foi muito positiva e ficamos muito felizes com a participação do público. Nossa barraca teve bastante movimento durante os dias da festa. Recebemos pessoas que já conheciam a Casa e também muitas que tiveram a oportunidade de conhecer nosso trabalho pela primeira vez. Foi muito gratificante perceber o carinho e o interesse das pessoas. Quando elas conhecem de perto o trabalho realizado pela Casa, passam a compreender ainda mais a importância da nossa atuação e muitas vezes também se tornam parceiras da causa”, comentou
Éder enfatizou a importância do evento para a Casa Dom Bosco. “Além de contribuir para a arrecadação de recursos, que são fundamentais para a continuidade do nosso trabalho, o evento nos permite apresentar a Casa para a comunidade e mostrar o trabalho que realizamos. É uma oportunidade de aproximar as pessoas da nossa realidade e mostrar quantas vidas são beneficiadas pelas nossas ações. Para nós, é muito gratificante poder levar essa causa para tantas pessoas por meio de um evento tão bonito e tradicional”, disse.
Questionado pela Gazeta, ele ressaltou os aspectos positivos da 24ª Festa das Nações. “Para mim, o principal ponto alto foi a união de todos. Ver mais de 30 pessoas, entre diretores e voluntários, trabalhando juntas pela Casa Dom Bosco foi muito especial. Também ficamos muito felizes com o carinho e a participação do público. Foi uma oportunidade importante de mostrar nosso trabalho e fortalecer ainda mais a nossa relação com a comunidade”, ressaltou.
Ele também foi questionado sobre o que acredita que possa ser melhorado. “Sempre existem pontos que podemos melhorar, principalmente em relação à organização, logística e planejamento das equipes. Um evento desse tamanho traz desafios e aprendizados que podemos aproveitar para as próximas edições. Mas, de maneira geral, ficamos muito satisfeitos com o resultado. O mais importante é manter esse espírito de união, voluntariado e solidariedade que fez toda a diferença para a Casa Dom Bosco”, finalizou.

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