
Formada em engenharia de bioprocessos e biotecnologia pela Unesp, a vargengrandense Laura Fiorini Alves, filha do casal Sandra Fiorini Alves e José Luís Alves, passou uma temporada na Hungria, onde como trainee, trabalhou na empresa Tata Consultancy Services (TCS), onde participou de um projeto envolvendo a vacina da Covid-19.
Laura foi para a Hungria em julho de 2021, onde ficou morando na cidade de Budapeste, capital do país, até fevereiro de 2022. Segundo a jovem, foi uma oportunidade muito boa para poder aperfeiçoar seu currículo e praticar o inglês. “Eu também gostei muito de morar lá, a qualidade de vida é muito boa, transporte público funciona muito bem, facilidade pra viajar, além de poder vivenciar outra cultura”, comentou Laura.
Para a engenheira, vale muito a pena ter uma experiência no exterior, pois é uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional muito grande. Laura disse que existem diversas oportunidades de intercâmbio. Ela recomenda que quem queira fazer um intercâmbio profissional como o que realizou, que busque a AIESEC ou a IAESTE, que são organizações estudantis que proporcionam estágios em outros países. Irmã da nutricionista Carla Fiorini Alves, Laura agora que voltou ao Brasil, vai trabalhar em uma empresa de biotecnologia em Cajuru (SP). Ela pretende ainda fazer alguma especialização ou mestrado profissional focado na área de garantia da qualidade na indústria.
Na sua estadia na Europa, a profissional aproveitou para visitar sete países e pretende voltar para conhecer mais assim que puder. Sobre a Hungria, disse que achou o país muito interessante. Lembrou que este país que faz fronteira com a Ucrânia, foi muito afetado pela Segunda Guerra Mundial e morar lá “foi um banho de história sobre essa época”.
Apesar da guerra atual que a Ucrânia está vivenciando, indagada se tem alguma informação sobre a Hungria e a presente guerra que está acontecendo na região, com a invasão da Rússia, informou que no país que viveu durante pouco mais de seis meses, aparentemente está tranquilo, mas a situação fronteiriça é preocupante e os húngaros esperam receber mais de 600 mil refugiados da Ucrânia. Disse que tem muitos brasileiros em Budapeste, que estão trabalhando como voluntários para ajudar estes refugiados que estão chegando.












