Pe. Luís Fernando assume como vigário em Mogi Guaçu

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Após colaborar durante um ano e oito meses com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o padre Luís Fernando da Silva agora é vigário na cidade de Mogi Guaçu. Em entrevista à Gazeta de Vargem Grande o padre comentou sobre o tempo em que esteve na CNBB, em Brasília. “Eu colaborei com a CNBB por 1 ano e 8 meses. Nesse período colaborei em várias funções como diretor editorial da Edições CNBB, onde pude assinar editorialmente a publicação de 170 obras entre documentos da CNBB, documentos do Papa Francisco e da Santa Sé, bem como traduções de obras do Mosteiro de Bose, na Itália, atualmente um dos expoentes no estudo da liturgia católica no mundo. Pude colaborar também na coordenação de duas Campanhas da Fraternidade a de 2018 e de 2019, bem como os primeiros passos da Campanha de 2020 que será sobre a valorização da vida, frente a crescente onda de mortes por suicídio que estamos enfrentando”, disse.

“Participei do Conselho gestor do Fundo Nacional de solidariedade que coordena a caridade da CNBB por meio de apoios a projetos sociais em todo o Brasil, ao todo nesse período acompanhamos mais de 400 projetos sociais. Nesse período pude participar de dois grupos de trabalho: grupo de editores da Associação Nacional de Escolas Católicas e ainda membro do grupo de editores de subsídios litúrgicos da Comissão episcopal pastoral para a liturgia”, comentou.

Para o padre vargengrandense, o período em que atuou na CNBB foi de muito aprendizado. Lá ele disse que pode aprender os valores da colegialidade, conviver com bispos que muito o impressionaram: “verdadeiros poços de sabedoria”, comentou. E por causa das inúmeras viagens oficiais que fez, pode conhecer as cinco regiões do Brasil e ver como a cultura e vida eclesial em cada localidade possui riquezas próprias. “Tive oportunidade de frequentar ambientes do governo do nosso país como o Palácio do Planalto, Senado, Câmara Federal, Supremo Tribunal Federal, vários ministérios, Quartel General do Exército. São ambientes desafiadores, mas por ali passam decisões importantes da nação e pude ali compreender um pouco dos processos de como se dá a gestão da República. A experiência na CNBB também foi desafiadora, pois sendo um jovem padre me deparei com responsabilidades muito grandes que exigiram muito de mim. Aprender sempre é um desafio, porém é sempre crescimento”, relatou.

Padre Luís Fernando também falou sobre como será esta nova fase em sua vida e o novo cargo. Seu retorno a Paróquia Nossa Senhora do Rosário em Mogi Guaçu foi a convite do bispo diocesano, D. Antônio Emídio Vilar. E Luís Fernando volta ao local onde já trabalhou por três anos como seminarista. Ele informou que a paróquia fica na área central da cidade e é marcada por uma cultura predominante urbana, o que exige uma constante acolhida a tantos fiéis que passam todos os dias pela igreja.

“Nossa paróquia tem oito capelas urbanas e quatro centros catequéticos que dependem de nós para podermos atender bem a todos e celebramos em média 90 missas, somado que atendemos em média 80 pessoas por semana em confissão ou direção espiritual. É uma mudança de ritmo, de um ritmo acelerado que tinha nos escritórios da CNBB, agora o ritmo se faz ao redor das necessidades pastorais e espirituais da paróquia. Já estou em Mogi Guaçu cooperando como vigário paroquial, em conversa com nosso bispo a partir da experiência adquirida na CNBB, poderei ajudar também nos projetos diocesanos das pastorais, o padre diocesano nunca está só para a paróquia mas seu olhar também se volta para a Igreja diocesana como um todo”, disse.

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