Conderg realiza cerca de 25 mil procedimentos por mês

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Sede do Conderg, em Divinolândia

O Consórcio de Desenvolvimento da Região de Governo (Conderg) de São João da Boa Vista é um grupo de atuação na área da saúde formado atualmente por 15 municípios. No local, mensalmente são atendidos uma média de 11 mil pacientes e são realizados um total de aproximadamente 25 mil procedimentos.
O presidente do Conderg é o prefeito de Vargem Grande do Sul, Amarildo Duzi Moraes (PSDB) e os municípios que fazem parte do consórcio, além de Vargem, são Aguaí, Águas da Prata, Caconde, Divinolândia, Espírito Santo do Pinhal, Itobi, Mococa, Santa Cruz das Palmeiras, Santo Antônio do Jardim, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama, Tambaú e Tapiratiba
De acordo com Amarildo, o Hospital Regional de Divinolândia é uma entidade beneficente sem fins lucrativos, de esfera administrativa privada e gestão estadual. Presta atendimento ambulatorial referenciado nas seguintes especialidades: otorrinolaringologia, ortopedia, cirurgia geral, dermatologia, neurologia infantil, endoscopia, oftalmologia. Centro Especializado em Reabilitação – CRE III nas modalidades física, auditiva e visual; atendimento hospitalar nas especialidades de internação clínica, internação cirúrgica, internação pediátrica, e internação de cuidados prolongados neurológicos (Solar das Magnólias). O atendimento às urgências e emergências é realizado no pronto socorro por demanda espontânea.

Procedimentos

Amarildo comentou que os procedimentos que possuem fila para atendimento são: cirurgias de catarata, pterígio, blefaroplastia, rinoplastia, otoplastia, joelho, túnel do carpo, órteses e próteses. Segundo ele, os recursos disponibilizados pelo Ministério da Saúde para atendimento a esses procedimentos são para a realização da pactuação, o que justifica a formação da demanda, pois os recursos financeiros disponibilizados não são suficientes para cobrir os custos e atender a todos.
Em 2018, a dívida do Conderg estava na casa dos R$ 14 milhões. Atualmente, segundo Amarildo, a dívida está em pouco mais de R$ 12,5 milhões.
Sobre a situação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Amarildo comentou que dos 15 municípios que fazem parte do consórcio, o Samu está presente em 11 deles e conta com quase 200 profissionais.
Segundo ele, o grande problema do Samu no momento é a inadimplência da cidade de Mococa, que deve quase R$ 600 mil. Há ainda o problema do município de Casa Branca que foi expulsa do consórcio por inadimplência e que também deve ao Conderg mais de R$ 300 mil.

Dificuldades

Para Amarildo, o maior problema do Conderg no caso do Hospital e também do Centro Oftalmológico é as cotas dos municípios serem muito abaixo da demanda, sendo que tanto o Hospital como o Centro Oftalmológico têm capacidade suficiente para produzir além do que produz atualmente.
Com relação ao Samu, Amarildo destacou que o problema é inadimplência de alguns municípios. “Portanto, temos uma estrutura física, equipamentos e recursos humanos que permitem ao consórcio ampliar, e muito, seus atendimentos, mas limitados pelas cotas abaixo das necessidades e também pela falta de recursos dos municípios”, pontuou.

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