Prefeitura e CDHU orientam moradores sobre as parcelas altas

Vista aérea dos Conjuntos Habitacionais Alceu Morandin e Antônio Ribeiro Filho. Foto: reprodução google earth

Como foi divulgado na edição publicada no dia 12 de junho pela Gazeta de Vargem Grande, os moradores do Conjunto Habitacional Antônio Ribeiro Filho, a Cohab 6, estão sofrendo e se queixando de parcelas altas das casas cobradas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) do Estado de São Paulo. Eles também relatam falta de assistência a respeito da situação.
Uma das moradoras que procurou a Gazeta comentou que as prestações estão subindo muito e os mutuários estão reclamando e tentando pedir ajuda aos vereadores, advogados e ao prefeito, mas não estavam tendo retorno. A prestação dela já estava em quase R$ 1,6 mil.
Na ocasião, o jornal não obteve respostas nem da assessoria de imprensa da CDHU e nem da Prefeitura Municipal de Vargem Grande do Sul. No entanto, a Gazeta voltou a procurar o poder público municipal para saber o motivo do alto valor das parcelas apontadas pelos mutuários.
A prefeitura informou que, de acordo com informações enviadas pela Líder da Gerência Financeira da CDHU de Araraquara, o aumento que boa parte dos moradores se queixa pode estar relacionado aos reajustes de data base e regressão de bônus. “A mesma sugere que seja realizada uma revisão de prestação, para os casos que solicitarem”, informou.
O valor da prestação, segundo explicou, é calculado com base na renda familiar apresentada quando da assinatura do instrumento de financiamento e o reajuste está previsto em cláusulas contratuais e ocorre, anualmente, na data do aniversário do contrato.
Foi ressaltado ainda que é assegurado aos mutuários da CDHU, em todo o curso do prazo contratual, solicitar a revisão do valor do subsídio. “Isso na eventual ocorrência de que o valor da prestação mensal venha comprometer a renda familiar em percentual superior àqueles definidos para as operações de financiamentos, no âmbito dos Programas Habitacionais de Interesse Social do Governo do Estado de São Paulo”, informou o órgão municipal.

CHDU
A CDHU respondeu à Gazeta que o valor da prestação é calculado com base na renda familiar apresentada quando da assinatura do instrumento de financiamento e o reajuste está previsto em cláusulas contratuais e ocorre, anualmente, na data do aniversário do contrato.
“Ressaltamos ainda que é assegurado aos mutuários da CDHU, em todo o curso do prazo contratual, solicitar a revisão do valor da mensalidade, na eventual ocorrência que o valor da prestação mensal venha comprometer a renda familiar em percentual superior àqueles definidos para as operações de financiamentos, no âmbito dos Programas Habitacionais de Interesse Social do Governo do Estado de São Paulo”.

Atendimento
Tanto a prefeitura quanto o órgão estadual orientaram aos moradores que precisam de ajuda que entrem em contato pelo Alô CDHU, por meio do número 0800 000 2348, bem como pelo escritório da CDHU em Araraquara pelo (16) 2108-2662 ou pelo e-mail gr-araraquara-atendimento@cdhu.sp.gov.br.

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