Painel

Regularização
Na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 21, o direito de resposta dos vereadores foi pautado. O presidente da Casa de Leis, Guilherme (MDB), ressaltou que irá regularizar a situação e incluir o item no Regimento Interno, uma vez que diversos presidentes passaram por ali e nenhum fez essa regularização.

Ato do presidente
Devido a quantidade de requerimentos, projetos, indicações e moções enviadas à Casa de Leis pelos vereadores, o presidente Guilherme (MDB) assinou um ato da presidência limitando a 3 indicações e 2 requerimentos enviados por vereador, com até 5 questões sobre o mesmo tema, com data limite definida para a quinta-feira anterior a sessão. Guilherme alegou que o horário do expediente é limitado e tem sido consumido pela leitura de requerimentos, prejudicando a análise dos mesmos e limitando o uso da palavra livre aos vereadores. Itaroti (PTB) alegou que a atitude é antidemocrática e Guilherme explicou que desde 2009 os presidentes também assinaram atos limitando a quantidade.

Ordem na Tribuna?
Na sessão, Itaroti (PTB) foi o primeiro a fazer uso da palavra e se queixou da ordem da fila. Canarinho (PSDB), que é o 1º secretário, explicou que estão regulamentando para que todos os vereadores tenham chance de ser o último e também o primeiro a fazer uso da palavra livre, sendo de uma forma mais justa. Canarinho pontuou que no livro de inscrições, que ano passado era de responsabilidade de Itaroti, diversas sessões estão sem anotações e, quando há, o nome do vereador está sempre por último. Disse não entender essa necessidade de ser o último a falar e Itaroti tentou se justificar.

Pavimentação na Santana
A pavimentação da Vila Santana foi discutida na Casa de Leis. Após Itaroti (PTB) mostrar vídeos da pavimentação e cobrar que a situação seja consertada, pois os vereadores haviam aprovado um crédito de R$ 17 milhões para a área, Canarinho (PSDB) ressaltou que foi atrás de saber o que estava acontecendo junto ao SAE, que explicou que a troca da tubulação no bairro foi feita pelo método destrutivo e que o encanamento antigo ainda está pressurizado, não suportando a vibração do rolo pelo asfalto. Para que isso não ocorra, teria que esperar pressurizar toda a rede nova, desligar a antiga e depois recapear, mas as chuvas estavam abrindo os buracos e prejudicando a população. Por fim, Canarinho pontuou que, na verdade, os R$ 17 milhões citados pelo Itaroti são referentes à troca de encanamentos do Centro expandido e à Vila Polar expandida, e que para a Vila Santana foi um outro projeto de R$ 6 milhões.

Ignorância
Após, aconteceu uma discussão acalorada entre os vereadores Canarinho (PSDB) e Itaroti (PTB), na qual o ex-prefeito chamou Canarinho de ignorante. Itaroti pontuou que para que o problema na Vila Santana cesse, era necessário esperar a água deixar de pressurizar e Canarinho ressaltou que Itaroti então preferia que o recape no bairro não fosse feito, mesmo após fazer vários requerimentos pedindo a pavimentação, o que motivou a resposta alterada do colega.

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