

Em 1926, havia ainda na Rua do Comercio no nº 76, o Armazém de Secos & Molhados de Tatoni & Stefani; a Sellaria Progresso de Peruzza & Dutra no número 40; a Confeitaria Bar Rio Branco de Vicente Polito, localizada no número 61, que vendia de comida à minuta e doces, bebidas finas geladas, nacionais e estrangeiras; a “Ao Preço Fixo”, de Rodrigues & Comp., que comercializava artigos finos para senhoras e cavalheiros como sedas, artigos de inverno, camisas, meias, chapéus Ramenzoni, perfumarias, artigos para presentes, malhas e peles. Esta loja certamente foi muito procurada no distante Natal de 1926 e ficava na Rua do Comércio, nº 59.
Também na Rua do Comércio em 1926, destacavam-se a “Brasserie Paulista”, que tinha completo sortimento de bebidas finas e pertencia a J. L. Paschoal, que ficava nos números 45 e 47; o Empório Toscano que foi fundado em 1889 e funcionava ainda na altura dos números 75 da Rua do Comércio e pertencia a Antônio Federighi, e comercializava fazendas (tecidos), armarinho, calçados, chapéus, perfumes, bebidas, livraria e papelaria.

Um ponto importante de referência, cujo prédio se manteve até os dias atuais e já existia naquele ano, era a Casa Confiança. O imóvel resiste ao tempo, pouco mudou e hoje funciona a loja Samuel Tecidos e Confecções. Na época ele localizava-se na Rua do Comércio, nº 67, e pertenceu a Abrahão Chiachiri.

Tinha variado e fino sortimento de fazendas, armarinhos, chapéus, calçados, etc e por fim, havia para aquele Natal distante, ocorrido há cerca de um século atrás, a Alfaiataria Sant’Ana, de Pericinotto & Silva, para quem quisesse um belo terno de “casemira”, “palm-beacks” ou brim de diversas qualidades, poderia ser confeccionado pelo seu proprietário. Ela estava localizada na Rua do Comércio, nº 52.








