Conheça os novos talentos que se apresentarão este ano

Camila Jorge Ribeiro, 21 anos, sempre teve a música presente na vida, mas foi ao seguir os passos de uma tia e começar a cantar na igreja, aos 11 anos, que percebeu o dom que considera ter recebido de Deus.

O Grupo da Cultura estará mais uma vez trazendo apresentações musicais para o palco da 24ª Festa das Nações. Neste ano, são 30 músicos e dançarinos que fazem parte desse coletivo. Entre eles, seis novos membros, que foram entrevistados pela Gazeta de Vargem Grande, para falar sobre suas expectativas e sobre como é participar do principal evento da cidade, um dos maiores da região.

Heloísa

Heloísa Macedo de Souza, 21 anos, pratica a dança desde pequena. “Sempre gostei de dançar. Na escola, era sempre a que puxava as danças nas apresentações até que minha mãe me colocou no ballet”, recordou. “Ao dançar, sinto que liberto tudo o que há dentro de mim, o movimento faz parte da minha vida”, afirmou.
Essa será sua primeira participação de uma ação do Departamento de cultura, mas ela já tinha se apresentado anteriormente na Festa das Nações, mas pela sua escola e academia. “Já me apresentei outras vezes pela minha antiga Escola D. Pedro e pela Cia do Corpo, onde fazia parte do grupo de dança. Já apresentei ‘Mudança de Hábito’, ‘Baianá’, ‘Ciganas’, entre outras”, enumerou.
Ela contou que está muito animada para esta festa. “Especialmente por ser meu primeiro ano fazendo parte do grupo de dança da Casa da Cultura, onde sempre quis estar, vai ser lindo”, afirmou. Para ela, a Festa das Nações tem um sentido maior. “É uma festa onde as pessoas realmente param para prestigiarem as diversas culturas das nações”, disse.

Murilo

Murilo Giardini dos Anjos, 39 anos, cultiva o gosto pela música desde criança, herança da veia artística do pai, percussionista. Na adolescência, integrou uma banda “de garagem” e, já adulto, passou a se sentir em casa nos karaokês.
Para ele, a emoção de se apresentar vem da adrenalina de ser ouvido e da incerteza de corresponder às expectativas do público, com a possibilidade de surpreender de forma positiva. Esta será sua estreia em ações da Cultura e também na Festa das Nações, que tem uma importância grande em sua vida. “A Festa das Nações foi uma das primeiras experiências culturais que pude vivenciar após me mudar pra Vargem em 2024, e acabou, desde então, se tornando uma oportunidade anual de reunir amigos pra confraternizar e prestigiar os pratos típicos e as diversas atrações do evento, do qual é uma honra poder fazer parte”, disse.

Camila

Camila Jorge Ribeiro, 21 anos, sempre teve a música presente na vida, mas foi ao seguir os passos de uma tia e começar a cantar na igreja, aos 11 anos, que percebeu o dom que considera ter recebido de Deus. O que mais a emociona ao se apresentar é perceber a realização de um sonho e a superação da própria timidez. “Mesmo sendo tímida, eu sempre gostei de me apresentar e cantar”, disse.
Este é o primeiro ano de Camila nas ações da Cultura, e também sua primeira vez na Festa das Nações. Antes, ela já havia se apresentado dançando pelas escolas em que estudou e cantando pela Oficina de Canto da Prefeitura, estreia que ocorreu em 2011, com uma dança japonesa pela Escola Municipal Padre Donizetti.
Para esta edição, suas expectativas são encantar o público e contribuir com a festa que considera muito importante para Vargem. “Uma festa histórica para a nossa cidade, que agrega muito à Cultura do nosso município e de toda a região, que marca a vida de muitas pessoas que por lá passam, seja assistindo, seja apresentando, assim como me marcou na infância e me marca até os dias atuais, e por isso eu tenho um carinho tão grande pela Festa das Nações”, afirmou.

Angélica

Angélica Aparecida Martineli Pedro descobriu o talento para o canto ainda aos 3 anos de idade. “O momento em que subo no palco” é o que mais a emociona ao se apresentar, informou.
Ela começou a participar das aulas de canto da professora Diana no ano passado, e esta será sua segunda Festa das Nações ao lado dos alunos da professora, porém a primeira como voluntária da Cultura. Assim, essa será a sua estreia musical. No ano passado, se apresentou com os números “Quero Botar Meu Bloco na Rua” e “Heal the World”, de Michael Jackson.
Para esta edição, ela acredita que estar no palco ao lado dos colegas seja um momento especial. “Espero que minha apresentação com as meninas seja muito boa e divertida, já que a música é bem legal”, contou. Angélica também destacou a importância da Festa das Nações como incentivadora cultural de Vargem. “Essa festa representa a oportunidade de descobrir mais talentos da nossa cidade”, afirmou.

Igor

Igor Corrêa de Moraes, 28 anos, sempre gostou de arte e cultura, e desde cedo esteve envolvido com teatro, música e dança. “Na escola sempre queria esquematizar apresentações, shows de talentos e por aí vai”, recordou. O que mais o emociona ao se apresentar é ver uma história ganhar vida no palco. “A dança e o teatro têm o poder de transmitir sentimentos sem precisar de muitas palavras, e fazer parte disso é algo que mexe comigo. Quando as luzes se acendem e o público entra na nossa emoção, sinto que todo o trabalho fez sentido”, afirmou.
Ele participa de ações ligadas à cultura desde 2016, mas este é seu primeiro ano atuando diretamente pelo Departamento de Cultura. Sua primeira Festa das Nações foi em 2016, com o grupo T.O.D., quando representou os Estados Unidos por meio da dança de rua, especialmente o hip-hop. “Ver os olhos das pessoas brilhando durante a apresentação foi, sem dúvida, a maior recompensa”, contou à Gazeta.
Para esta edição, Igor participa de números que classifica como incríveis, criados com carinho e empenho, e afirma que suas expectativas são altas. Para ele, a Festa das Nações é um trabalho em conjunto. “Ela representa, para mim, a união. É a união de habilidades e esforços de pessoas distintas, reunidas com um único propósito: levar cultura para a nossa cidade”, definiu.

Laura

Laura Vidal Eureliano, 17 anos, canta desde pequena, mas foi na igreja, ao lado da irmã, que percebeu o talento. “Sempre me inspirei nela”, contou. O que mais a emociona ao se apresentar é o sentimento compartilhado com o público. “As pessoas cantando junto, ou só ouvindo, mas sentindo a música de alguma maneira… poder sentir e transmitir me emociona”, afirmou.
Ela entrou nas ações da Cultura neste ano, e esta será sua primeira Festa das Nações cantando ao lado do grupo, embora já tenha se apresentado antes. Ela representou a África, com a escola, em 2019, e no ano passado, pela Oficina de Canto.
Laura diz estar ansiosa e feliz por integrar uma equipe que considera incrível, o que eleva suas expectativas para o evento. “Eu sempre sonhei em participar da festa, sempre gostei. E ter essa oportunidade com eles é muito especial”, concluiu, ao falar do que a festa representa para ela.

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