Autores de Vargem marcaram presença na Bienal do Livro

Carlos e Cristiane participaram da maior feira de livros da América Latina. Foto: Arquivo Pessoal

Os autores Antônio Carvalho e a médica Cristiane Morandin participaram de uma das principais feiras literárias do país, a 28° Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizado entre 4 e 13 de setembro, na capital paulista. A Bienal reúne editoras de todo o país e autores nacionais de destaque como Raphael Montes, Socorro Accioli, Pedro Bandeira, além de autores internacionais como Alice Oseman, Ana Huang e Elena Armas.
O casal levou suas obras de estreia no mercado literário: ‘Na própria pele’ de Cristiane Morandin e ‘Dieta do Ego’ de Antônio Carvalho, ambos publicados pela Editora Labrador. Os livros são um relato da jornada de vida de cada um dos autores e já foram apresentados em outras feiras importantes do circuito literário nacional, como a edição deste ano da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), além do Desert Women Summit (DWS), no Marrocos.
À Gazeta, Cristiane informou que a participação do casal foi no dia 11 de abril, quando visitaram estandes de editoras e livrarias, além de divulgarem suas obras. “Reencontramos alguns amigos escritores e no período da tarde tivemos uma sessão de autógrafos dos nossos livros no estande da Editora Labrador”, comentou.
A médica afirmou ter ficado feliz ao ver o público jovem participando do evento. “Saímos de lá com uma visão muito positiva, pois havia uma grande quantidade de jovens visitando e adquirindo livros”, comentou. Ela também destacou a interação com o público. “A nossa experiência pessoal foi fantástica, pois foi a primeira vez que participamos da Bienal do Livro, em SP, grande evento cultural e literário da América Latina, como escritores e durante a sessão de autógrafos conversamos com muitas pessoas que visitaram o estande, recebemos amigos e tivemos a oportunidade de falar sobre os nossos livros, processo de criação e publicação”, disse. “Compartilhar as dores e triunfos de publicar um livro para quem também sonha em escrever ou para quem simplesmente ama os bastidores da criação, humaniza a nossa arte. O livro deixa de ser um objeto individual e passa a ser uma ponte de conexão real”, finalizou Cristiane.

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