O Natal

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1880
MÁRCIA RIBEIRO IARED

Por Márcia Ribeiro Iared

Uma soma de coisas boas nos liga a esta época…

As poucas tristezas são somadas ao carinho e a saudade das pessoas que já não mais estão conosco.

Não se pode dizer que, além do nascimento de Jesus que nos aproxima tanto do sentido da família, não haja alguma preocupação em agradar pessoas também com uma lembrança, um carinho, um doce ou qualquer coisa feita pelas nossas próprias mãos. Estas sim vêm cunhada com a verdadeira atenção e particularidade insubstituível.

Colaborar com os Papais Noeis voluntários é claro que leva alegria às crianças e dar algo a quem precisa, um panetone que seja, satisfaz e alegra alguém por se sentir lembrado.

Mas há algo que está mudando e não deveria. A praticidade dos fast foods, das comidas prontas, das ofertas fáceis, tem afastado as pessoas de boa parte das memórias afetivas, das comidas de mães e das avós de tão saudosa memória que marcaram nossas lembranças, uma vez que a velocidade das coisas quase não atingiam as tradições.

Muitas mães ainda fazem as comidas de família, tradição criada pelas avós para agradar seus filhos, mas para grande parte das famílias, estas saudosas receitas não são assimiladas pelos netos que ainda gozam deste privilégio, mas não vão passar para frente e para eles mesmos vão ficar na saudade.

A mesa ainda é o principal momento das famílias e algo feito pelas próprias mãos por simples que seja, mesmo um bolo simples e bem feito, embalado num pedaço de chita, jamais deixará de ser uma forma de carinho e de agrado.

Tentem, experimentem e com certeza seu gesto será sempre recebido com o coração.

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