Mesa Administrativa do Hospital vai seguir com mandato tampão

Foto: Arquivo Gazeta

Governo Federal fez repasse de valores na quinta-feira e expectativa é que funcionários sejam pagos na quarta-feira, dia 18
No final de abril, o mandato da Mesa Diretora que administra o Hospital de Caridade foi encerrado. Assim, foi iniciado processo para a inscrição de novos candidatos, o que não ocorreu. Além disso uma das pessoas que compunha a chapa administrativa não pode continuar no cargo. Conforme a Gazeta de Vargem Grande apurou, se trata do então tesoureiro Valmir Costa, que deixou a Mesa Diretora para ir atuar na prefeitura. Isso impossibilitou que o mesmo grupo fosse reconduzido para um novo mandato. Dessa forma, a entidade está sem diretoria desde o dia 1º de maio.
A situação foi exposta por Jair Gabricho, que também explicou que o Governo Federal ainda não havia feito o pagamento mensal referente ao repasse do Sistema Único de Saúde (SUS). Sem diretoria para assinar os pagamentos e sem o recurso proveniente da União para tanto, o pagamento do salário dos funcionários está atrasado.

Repasse feito
No entanto, na quinta-feira, dia 12, o empresário explicou que o repasse mensal do SUS, que deveria ter sido feito até o quinto dia útil do mês, havia sido depositado. Outra notícia positiva era a que o grupo que atualmente segue à frente da entidade conseguiu um voluntário para completar a mesa administrativa. “E, portanto, na segunda-feira, estaremos dando entrada no cartório e posteriormente, nos bancos. Estando tudo finalmente certo, conseguiremos efetivar os pagamentos a partir da próxima quarta-feira”, explicou.
Além disso, ele informou que dessa forma, foi estendido o mandato tampão até o dia 31 de julho, quando será efetuado novo processo para eleição da mesa. “Quem puder e se interessar em assumir em nosso lugar, basta apenas uma simples apresentação de chapa. Caso não ocorra, novamente se eu conseguir reunir membros para continuar, daremos continuidade”, disse.
Segundo Jair, todo o esforço é para que o Hospital siga atendendo a comunidade. “O único propósito em continuar é o de não fechar o Hospital”, reforçou. “Assim sendo, continuaremos a frente do mesmo fazendo o nosso melhor com a ajuda de todos, visando simplesmente salvar vidas de 80% da população de nossa cidade a qual não possui plano de saúde ou condição financeira de bancar um Hospital”, finalizou Jair Gabricho.

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