Como uma família, o posto acolhe os caminhoneiros

Jeferson Rodrigues e André Luís trabalham no Posto São Paulo III cativando os clientes. Foto: Arquivo Pessoal

André Luís Ferreira, 32 anos, casado, pai de duas filhas, trabalha no Posto São Paulo há 15 anos e fala com orgulho sobre os caminhoneiros que passam por ali durante todo o ano. “Viramos uma verdadeira família. Recebemos caminhoneiros de todas as partes, especialmente durante as safras. Mas muitos motoristas da cidade também deixam seus caminhões aqui porque prezamos muito pela segurança de todos”, explica André.
Mais do que um ponto de parada para abastecimento e descanso, o posto se destaca pelo atendimento humanizado. “Nosso diferencial é o tratamento. Aqui todos são recebidos com respeito. Muitos motoristas enfrentam discriminação por serem de fora. Aqui isso não existe.”


A relação entre os trabalhadores do posto e os caminhoneiros vai muito além do profissional. “Fazemos o que podemos por eles, e eles retribuem com amizade e confiança. Tem caminhoneiro que, na correria para pegar a estrada, deixa dinheiro com os frentistas para que depositem para suas famílias”, conta.


Alguns motoristas chegam a ficar meses no local. “Quando vão embora, confesso que me emociono ao abraçá-los. Realmente viram irmãos para a vida.”
Ao ser questionado sobre o espaço para tantos caminhoneiros, André é direto: “Aqui é igual coração de mãe, sempre cabe mais um. Recebemos todos com muito carinho.”

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