Colégio Vitória celebra 25 anos de dedicação à educação

Fernanda Barticiotti, diretora do Colégio Vitória, falou à Gazeta

O Colégio Vitória abriu suas portas, na noite de quinta-feira, 24 de setembro, para uma celebração que emocionou quem faz parte da sua história. Às 19h, na sede do colégio, à Rua Coronel Mariano Parreira, 344, pais e convidados puderam relembrar fotos da primeira fachada, acompanhar depoimentos de ex-alunos e lembranças da primeira criança e da primeira mãe a fazerem parte dessa trajetória. Foi, nas palavras da diretora Fernanda Barticioti, uma noite “bem emocionante”.
A escola nasceu de uma brinquedoteca fundada por Fernanda, por sua mãe, Maria Aparecida Marfil Barticioti, e pela psicóloga Kelly Gião. Do espaço pensado para as brincadeiras surgiu o colégio, que hoje completa 25 anos de atividade. Segundo Fernanda, mais de 400 alunos já passaram pelas salas da instituição.

Fotos: Reportagem Gazeta

Ao longo desse tempo, os desafios não foram pequenos. Fernanda relembrou as dificuldades trazidas pela pandemia, que exigiram esforço para manter a escola de pé, e a busca por inovação precisou caminhar junto com a preservação daquilo que Fernanda considera a verdadeira filosofia do colégio: o acolhimento.
Entre os acontecimentos mais marcantes, ela destaca a implantação do sistema Anglo, as parcerias mantidas até hoje, entre elas com a Faber-Castell e o Sebrae, e a chegada da robótica. “E o que mais me orgulha é que com todo esse desenvolvimento ainda conseguimos enxergar as necessidades de cada aluno”, falou Fernanda à Gazeta de Vargem Grande.
A programação da noite festiva incluiu ainda uma palestra da assessora do sistema Anglo Rosane Silva, que falou de educação e foi considerada por Fernanda muito rica para os pais presentes.
Para Fernanda, o que sustenta o Colégio Vitória é seu caráter familiar, herança de um legado que começou numa brinquedoteca. Durante muito tempo, ela dividiu a condução da escola com a mãe e hoje segue sozinha à frente da direção. E o futuro da escola pode seguir em família. De acordo com Fernanda, sua filha pretende cursar psicologia e pode no futuro, assumir a direção do colégio. “Muita coisa ainda pode mudar”, reconhece a diretora, mas ela acredita que é essa estrutura de família que mantém a escola firme em seu propósito

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