Patrimônio cultural vargengrandense

Clóvis Aparecido de Melo na Romaria de 1979

Mário Poggio

A Romaria dos Cavaleiros de Sant’Ana é patrimônio cultural de nossa terra e merece ser prestigiado, preservado e “tombado”.
O riopardense historiador Carlos Roberto Pina, da Coordenadoria de Educação e Cultura da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo, com quem tivemos o prazer de trabalhar por três profícuos anos, emprestou-nos material do Departamento do Patrimônio Histórico, subordinado à Prefeitura Municipal de São Paulo, para estudo.
À página 05, do volume 03, da Série “Guias de Orientação, encontramos a precisa definição de Patrimônio Cultural”:
“O patrimônio cultural reúne diferentes expressões e criações dos grupos formadores da sociedade. São edifícios, conjuntos urbanos, praças, monumentos, objetos, danças, festas, saberes, entre outras manifestações entendidas como representativas da identidade e da memória de uma determinada comunidade (destacamos).”
Importante destacar que o evento nasceu do empenho dos senhores Clóvis Aparecido de Melo, conhecido como “Clóvinho” e José Roberto de Souza, e que encanta moradores da cidade e visitantes de outros municípios, há meio século.
Pela sua beleza e representatividade já foi objeto de matéria no jornal de grande circulação “Folha de São Paulo”, logo em sua segunda edição, com grande repercussão.
Assim, a Romaria dos Cavaleiros de Sant’Ana deve ser prestigiada (o que esperamos fazer este ano), preservada pela sua continuidade por muitas décadas mais e “tombada” como patrimônio da cultura vargengrandense.

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