Se a moda pega I
Em São José do Rio Pardo, a Câmara Municipal na noite de terça-feira, 2 de dezembro, por 9 votos a 3, aprovou dois projetos que tratam da revisão do subsídio dos vereadores e da instituição do 13º salário para a próxima legislatura. As propostas foram colocadas em votação durante sessão ordinária e geraram debate entre os parlamentares. Os novos valores e o benefício adicional passam a valer somente para os vereadores da próxima legislatura, respeitando o que determina a legislação vigente.
Se a moda pega II
Em Aguaí, cidade que está com 32 mil habitantes, passou a ter transporte público gratuito a partir da terça-feira, dia 2 de dezembro. Dois ônibus vão fazer duas linhas com cinco rotas, sempre saindo do terminal rodoviário e percorrendo toda a cidade. A circulação será das 6h às 20h.
Surtiu efeito
As conversações entre os vereadores Fernando Corretor (Republicanos) e Ratinho (Podemos) junto ao vereador Paulinho da Prefeitura (Podemos), parecem que surtiram efeito. Fernando já tinha deixado claro sua contrariedade com Paulinho por ele ter assinado para a instauração da CEI do SAE. Todos são da base de apoio ao prefeito Celso Ribeiro e ficaram decepcionados com a atitude de Paulinho.
Agora, a pressão será do outro lado
Se conseguiu amenizar a questão junto à base do prefeito Celso Ribeiro após a retirada de sua assinatura para constituição da CEI do SAE, o vereador Paulinho agora vai ter que aguentar a pressão dos outros quatro vereadores que juntamente com ele, assinaram o Requerimento propondo a criação da CEI. Quem fica numa situação difícil, é o vereador Serginho da Farmácia (Cidadania), que também foi eleito apoiando a base do prefeito e agora se vê sozinho junto aos seus colegas de base.
Vão questionar
Os vereadores da oposição deverão questionar muito o presidente Maicon Canato (Republicanos) por ele não ter colocado em pauta o Requerimento da instauração da CEI do SAE na sessão ordinária que aconteceu no dia 1º de dezembro. Em contrapartida, Maicon deverá se esmerar nas explicações que o Requerimento não estava tão claro quanto ao “fato determinado” e que, para tanto, ele precisava aguardar os pareceres jurídicos a respeito para tomar a melhor decisão.












