Funcionários do Hospital receberam pagamento nesta quarta-feira

Atrasos nos pagamentos dos salários dos servidores do Hospital de Caridade levou o presidente do Sindicato a visitar a entidade

Atrasos levou presidente do Sindicato a visitar Vargem e comentar sobre a questão nas redes sociais

A reportagem do jornal Gazeta de Vargem Grande apurou que saiu na tarde desta quarta-feira, dia 14, o pagamento dos funcionários do Hospital de Caridade, que era para ter sido pago no 5º dia útil. O atraso no pagamento dos colaboradores do Hospital de Caridade voltou a gerar preocupação, insatisfação e um clima de tensão entre os funcionários da unidade. Segundo o Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem Empregados em Estabelecimentos de Saúde de Ribeirão Preto e Região, o problema é recorrente e tem se repetido mês a mês.
De acordo com o presidente do sindicato, Sérgio Balduino, a legislação trabalhista determina que os salários sejam pagos até o quinto dia útil de cada mês. Em visita a Vargem Grande do Sul no último dia 8 de janeiro, Balduino participou de uma reunião com o administrador do Hospital, Francisco de Assis Masuco Manoel, e com o interventor José Geraldo Ramazzotti. Na ocasião, ficou acordado que os pagamentos seriam realizados, no máximo, até o dia 10 de cada mês.
Apesar do acordo, a classe afetada continuou sem receber no dia acordado, mas o pagamento foi efetuado nesta quarta-feira, dia 14. O sindicato informou que segue acompanhando o caso e não descarta a adoção de medidas para garantir os direitos dos funcionários. Segundo Sérgio Balduino, o interventor teria atribuído os atrasos à demora nos repasses financeiros por parte da Prefeitura.
A Gazeta de Vargem Grande entrou em contato com o interventor José Geraldo Ramazzotti na tarde desta quarta-feira, que confirmou que o problema ainda não havia sido resolvido até o aquele momento, mas, garantiu que os pagamentos deveriam ser efetuados até o final do dia. “Estamos aguardando o repasse do SUS e da Prefeitura para realizar o pagamento”, afirmou
Questionado sobre possíveis atrasos em outras áreas, como fornecimento de insumos, medicamentos e pagamentos médicos, Ramazzotti foi categórico: “Não temos problemas”.

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