
Um caso envolvendo uma criança de cinco anos que teria sido abusada por professor em uma escola em São João da Boa Vista, foi noticiado em vários meios de comunicação regional, inclusive o Portal G1. O caso foi registrado na Delegacia de Investigação da Mulher (DDM) de São João da Boa Vista, na segunda-feira, dia 2, e a Prefeitura do município diz que apura o caso, uma vez que o fato ocorreu em uma unidade escolar municipal.
Segundo o noticiado, a Delegacia de Defesa da Mulher do município vizinho investiga a denúncia de um suposto estupro de uma menina de 5 anos por um professor na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Antônio dos Santos Cabral, em São João da Boa Vista.
A Prefeitura de São João informou, de acordo com o noticiado, que instaurou imediatamente uma sindicância interna e nomeou uma comissão específica para acompanhar e investigar detalhadamente o caso, não informando, porém, se afastou algum profissional.
“O objetivo principal desta investigação é verificar se a ocorrência se deu mesmo dentro de uma escola municipal e, em caso afirmativo, identificar o(s) responsável(is) pelo ato”, noticiou a prefeitura.
De acordo com informações da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), a mãe da vítima procurou a delegacia na terça-feira, dia 3, após perceber mudanças no comportamento da filha. A criança foi encaminhada para atendimento médico e, posteriormente, submetida a exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), que confirmou os sinais de abuso, com indícios de contato físico inadequado.
Desde a denúncia, a criança não retornou às aulas e está recebendo acompanhamento psicológico e especializado. Até então, o nome da escola vinha sendo preservado para não expor a comunidade escolar. No entanto, a própria Prefeitura de São João da Boa Vista divulgou, por meio de nota oficial em suas redes sociais, que a unidade citada na investigação é a EMEB Antônio dos Santos Cabral.
Em nota, a administração municipal informou que acompanha o caso e está colaborando com as investigações. “Repudiamos qualquer ato de violência, especialmente contra crianças, e reforçamos nosso compromisso com o bem-estar dos alunos e das famílias”, diz um trecho do comunicado.
Por se tratar de um caso sensível e com investigação em andamento, a Polícia Civil não divulgou mais detalhes. O trabalho agora se concentra na coleta de depoimentos, na análise de imagens e na busca pela identificação do responsável pelo crime. A Polícia reforça que qualquer informação que possa colaborar com as investigações deve ser repassada de forma sigilosa pelos canais oficiais.
Foto: Google Street View











