Tato político
O presidente da Câmara Municipal, vereador Maicon Canato (Republicanos) teve de usar de muita paciência e tato político para conduzir a última sessão de Câmara quando os vereadores analisaram o pedido da professora Lucila Ruiz Garcia contra o vereador Fernando Corretor (Republicanos). O auditório dividido entre apoiadores de Lucila e Fernando, a todo momento intervinha na fala dos vereadores e Maicon por diversas vezes solicitou silêncio da plateia para poder dar continuidade à sessão.
Encerrar a sessão
O presidente chegou inclusive a dizer que se o público não se comportasse seria obrigado a encerrar a sessão. Depois, disse que não faria isso, mas pediu muitas vezes para os presentes no auditório que cumprissem o que manda o Regimento Interno e não se manifestassem para que os vereadores pudessem fazer uso da palavra. Já prevendo que a sessão seria tensa, a Guarda Civil Municipal (GCM) estava de prontidão na presente sessão.
Ultrapassado
Após alguns vereadores criticarem a entrada em votação da solicitação da professora Lucila Ruiz Garcia já na primeira sessão após dar entrada na Câmara Municipal, o presidente Maicon Canato concordou que o Regimento Interno neste quesito estaria ultrapassado e precisava de uma revisão. Para os vereadores, o certo seria que pedido de igual teor, onde inclusive se propõe a cassação de mandato de vereadores, o melhor seria o pedido ao dar entrada, ser levado às comissões e após uma filtragem, decidir se seria levado ou não à votação.
Decreto Lei 201/67
Segundo apurou o jornal, o rito previsto no Decreto Lei 201/67, que se aplica no que couber à cassação de vereadores, a sequência a ser seguida é a seguinte: O cidadão apresenta a denúncia escrita, com exposição dos fatos e indicação das provas; o presidente da Câmara, na primeira sessão, determina a leitura da denúncia; imediatamente após a leitura, o plenário delibera sobre o recebimento da denúncia; se a maioria dos presentes aprovar o recebimento, na mesma sessão é constituída a Comissão Processante, composta por três vereadores sorteados entre os desimpedidos e somente a partir daí a Comissão Processante passa a analisar o mérito, assegurando ao denunciado o contraditório e a ampla defesa.
Árvore é removida por risco de queda
Uma antiga sibipiruna localizada na Praça Nossa Aparecida, ao lado da EMEB Prof. Francisco Ribeiro Carril, foi removida após avaliação que constatou risco de queda. Segundo informações apuradas pela Gazeta de Vargem Grande, a árvore apresentava galhos podres e comprometimento estrutural, representando perigo para alunos, moradores e frequentadores do local. A retirada foi realizada após diversas solicitações da população e teve como objetivo garantir a segurança de todos que circulam pela praça e nas proximidades da escola.












